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Natalie Portman no palco cantando numa cena de Vox Lux
"Vox Lux" - Paris Filmes

Vox Lux, o preço da fama foi alto demais para esse filme!

História fraca estraga uma boa atuação da oscarizada Natalie Portman.
5/5
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Olá Cine Fans, hoje é dia de review e dessa vez com um filme que está chegando essa semana nos cinemas (no caso de vocês lerem o texto no dia do lançamento 😉 ). Vamos falar de Vox Lux – O Preço da Fama, e mais uma vez vou começar dando as minhas impressões sobre o filme.

Bem, eu achei o filme bem estranho, me parecendo que o roteirista e também diretor
Brady Corbet tentou passear pelo musical, pelo drama, pela biografia e não se comprometeu com nenhum. Fazendo, para mim, a história virasse um colcha de retalhos mal-feita. Mas preciso ressaltar as atuações da dupla Natalie Portman / Raffey Cassidy no papel principal, Stacy Martin e Jude Law. Inclusive são as cenas e as relações entre eles que salvam o filme.

“Vox Lux” – Paris Filmes

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Queria deixar um parentese aqui para os números musicais do filme, que não são muito a minha praia e nem meu gênero musical mas que devem agradar a turma que gosta do Pop moderno. Nesse quesito, a história se vende bem. E falando na história, tudo começa em 1999 quando um ataque a escola onde as irmãs Celeste (Cassidy) e Ellie (Martin) estudam, as deixando traumatizadas. E para lidar com o trauma, elas escrevem uma canção sobre o assunto que logo vira um mega sucesso levando as irmãs ao estrelato. A partir desse momento, que acho que a história se perde. O que sobra em densidade no relacionamento entre as irmãs, falta na relação delas com os outros personagens deixando a trama ficar sem graça inclusive nas cenas mais dramáticas.

“Vox Lux” – Paris Filmes

A situação melhora quando há um salto para 2017 e Portman assume o papel de Celeste, que agora é mãe de Albertine (Cassidy de novo – boa atriz não pode deixar fora, certo?) e uma das rainhas da música Pop, e durante os preparativos para um mega show, um grupo terrorista usando sua imagem faz um ataque e a imprensa começa a atacar a artista. Muita coisa para ela aguentar, certo? Realmente, ela começa a sucumbir e ter atitudes controversas.

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Nessa altura, o filme engrena mas não o suficiente para mudar o veredito. Agora fica um recado para direção e produção do filme, é bom decidir um rumo na história porque senão o filme fica apenas morno com alguns momentos interessantes, se salvando apenas nas boas atuações. Ah, a música também é interessante.

Foi ver o filme, o que achou? Comente aqui, estou muito curioso pela opinião de vocês. E anotem ai, no sábado tem o review de “A Rebelião”. Por enquanto é isso!

Valeu!!