viu e Review – edição 4.

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Para Todos os Garotos que Amei

Nota:


Um cenário relativamente clichê, mas que ganha seu coração aos poucos. Esse filme é para todas as pessoas que já amam comédia romântica, e para todas as outras também. Queridinho original Netflix baseado em livro homônimo de Jenny Han, Para Todos os Garotos que Já Amei estourou no site mesmo antes de estrear, contando com elenco jovem bem cativante, como Noah Centineo, Lana Condor e Janel Parrish, além de uma narrativa um tanto diferente do esperado para o gênero. Dessa vez a fórmula do sucesso acertou em cheio!
O longa conta a história de Lara Jean (Lana Condor), estudante do ensino médio que tem uma ligação muito profunda com suas irmãs, Margot (Janel Parrish) e Kitty (Anna Cathcart), mas que secretamente é apaixonada pelo namorado de Margot, Josh Sanderson (Israel Broussard). Tudo muda em sua vida quando Kitty decide mandar as cartas que sua irmã escreveu para todos os garotos que já amou na vida mas nunca teve coragem de mandar. Após ter terminado seu namoro com a inimiga de Lara Jean, Peter Kavinsky (Noah Centineo), ao receber sua carta, opta por fazer um pacto de namoro falso com ela. Daí… sem spoiler! Para saber como termina essa história basta entrar no Netflix e assistir na íntegra.
Apesar de ainda retratar fortes estereótipos de gênero no filme, o roteiro criativo busca desviar um pouco do lugar-comum do contexto high school trazendo uma narrativa diferenciada e uma história engraçada e peculiar. Sem dúvida, diferente das outra tentativas do gênero feitas pela empresa, Para Todos os Garotos que Já Amei tem uma sintonia marcante entre os protagonistas, sem aparentar uma sensação de relacionamento forçado pela trama; a conexão entre eles apenas flui com facilidade. A superficialidade dos personagens, característica comum a esse tipo de filme, não se faz tão presente no longa, que levanta em determinados momentos temas como a morte e o abandono.
A deliciosa uma hora e meia leva o espectador a se apegar aos personagens, e até mesmo se identificar com as situações apresentadas no longa. A fluidez e a simplicidade da narrativa dão um quentinho no coração, um típico romance que mexe com o emocional de qualquer pessoa. Um amor puro e bonito, um caminho de esperança para esse sentimento intrínseco à natureza humana. Hora de sentar, rir, chorar, se emocionar e, após toda essa mistura de sensações, sentir o coração sorrindo mais um pouco. E aí, já bateu sua meta de comédias românticas da semana?

Veja o filme no NETFLIX

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