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Viu e Review (Edição 2) – Orgulho e Preconceito.

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por JULIA NOIA

NOTA:

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divulgação Universal

Praticamente perfeito de todas as formas. Essa fala da Mary Poppins se encaixa perfeitamente para descrever o filme, baseado em livro de mesmo nome, Orgulho e Preconceito. A história foi escrita por Jane Austen, uma das maiores escritoras inglesas da história, e pode ser descrita como um romance de época – se bem que, quando ela escreveu possivelmente era chamado apenas de “romance”. Um curioso fato sobre seus livros é que, em cada história, a autora sempre busca criar uma personagem que a represente a sua personalidade. Nesse caso não é diferente.

Elizabeth Bannet (Keira Knightley) é, nessa história, a representação de Jane Austen: mente moderna para sua época, arrogância, inteligência acima da média e sem nenhum interesse em se casar. A personagem vive em uma família campestre, composta por seus dois pais e suas quatro irmãs, Jane, Mary, Kitty e Lydia. A Sra. Bennet tenta desesperadamente casar as filhas – naquela época nenhuma filha mulher solteira tinha direito à herança. Os olhos da mãe brilham quando descobre que Sr. Bingley, um homem bem endinheirado, está se mudando para as redondezas e, além disso, organiza um baile e convida todos. No baile, a vida de Elizabeth muda completamente quando conhece Sr. Darcy, amigo de Bingley, e o ódio entre os dois fica evidente – claro, dentro dos padrões sociais do século XIX. Para saber o resto tem que assistir!

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divulgação Universal

A trama é muito bem desenvolvida, trazendo personagens com um certo grau de complexidade, mas sem tornar a narrativa muito densa. Exemplificando verdadeiramente um “romance de época”, Orgulho e Preconceito traz um amor puro mas impedido principalmente por causa de características marcantes dos personagens, com um olhar muito verdadeiro e sem segundas intenções. O filme, no seu desenrolar, consegue mostrar que, apesar de ser um filme para todas as faixas etárias, consegue capturar a atenção dos corações que gostam de uma boa história romântica. As narrativas secundárias também são mostradas de forma extremamente pura e alegre, trazendo sempre uma leveza durante todo o filme. Definitivamente um filme delicioso para ver com a família, com amigos, com namorado ou namorada e até sozinho. Não pode perder essa, principalmente para entender o que as pessoas querem dizer quando falam “Nossa como eu queria um Mr. Darcy pra mim!”!

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