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divulgação / Pandora Filmes

Os Melhores Anos de Uma Vida | crítica

Filme mostra que a memória sempre guarda o melhor que vivemos e que nunca é tarde para o amor.
5/5
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Avaliação: 4 de 5.

Estreando nessa semana nos cinemas “Os Melhores Anos de Uma Vida” de Claude Lelouch, que traz de volta os personagens principais do icônico “Um Homem, Uma Mulher” de 1966 do mesmo diretor. E o filme é muito bonito, comovente e finaliza de uma maneira bem justa a história de amor entre os personagens que começou em 68.

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Eles eram apaixonados mas a vida separou Jean-Loius Duroc (Jean-Louis Trintignant) e Anne Gauthier (Anouk Aimée) por 50 anos agora com a perda de memória de Duroc, seu filho Antoine (Antoine Sire) procura o grande amor dele e pede para ela visitá-lo na tentativa de colocar as memórias dele no lugar e continuar a história deles onde eles pararam.

diculgação / Pandora Filmes

Achei incrível toda a construção dramática intercalando cenas do filme de 1968 com situações de hoje fazendo a ponte perfeita e dando base para ninguém se perder na história. O tema, a princípio, parece triste porque tudo começa numa casa de repouso com o personagem perdido nas memórias, apático mas logo se transforma num belo caso de amor que nem parece que ficou parado por tantos anos.

Os diálogos são simples mas passam uma ternura em cada palavra que há tempos não via, e fora que Trintignant e Aimée parecem que nunca saíram dos personagens de tão a vontade estão em cenas. O elenco, apesar de não aparecer muito, entrega tudo que se precisa para apoiar a história com o destaque para Sire como o filho de Duroc mostrando todo o esforço do bom filho para ajudar o pai. E para Marianne Denicourt como uma das responsáveis pela clínica onde Duroc está, a doçura e simpatia da personagem alegra cada sequência que ela aparece.

Vencedor do Oscar, Meu Pai mostra também o drama da relação de pai e filha, a crítica dele está aqui.

E se esse for mesmo a parte final desse romance, certeza que ele está bem fechado com muita justiça a esse caso de amor que mudou como vemos o romance nas telonas. Acho que essa é uma das poucas vezes que não consigo ter pontos fracos num filme, Então recomendo que vocês devem assistir uma, duas, várias vezes porque nunca é demais um pouco de carinho, doçura, amor, lembrar dos melhores anos e sabedoria nas nossas vidas. Até a próxima.