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Opinião | Star Trek: Lower Decks começa em dobra máxima

Com espírito da Nova Geração e personagens incríveis, nova série começa com dobra máxima.
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Fala pessoal do Cinefans, mais uma série de Jornada nas Estrelas chegou. E dessa vez é um marco, a primeira série animada original da franquia. Vamos dar boas vindas a Star Trek: Lower Decks. E vou deixar aqui em baixo para vocês a minha opinião sobre o piloto da série e o que estou esperando nessa temporada. E já de cara lamento que a série, por meios oficiais, ainda não esteja disponível no Brasil mas tenho esperança que em breve ela chegue a nosso país.

+enquanto não chega Lower Decks, assista Star Trek: Picard no Prime Video

Primeiro de tudo, estou um pouco atrasado com esse review e por isso já peço desculpa a todos mas problemas técnicos impediram a chegada desse texto antes mas já prometo que todas as minhas opiniões sobre os futuros episódios chegaram aqui no site às sextas-feiras, combinado?

Bem foi deixar o que mais gostei logo de cara, eu adorei o jeito como o roteirista Mike McMahan (Rick and Morty) conseguiu captar o espírito da Nova Geração desde a abertura passando pelos ângulos das cenas, em parte dos diálogos eu me senti assistindo um episódio da TNG e outro ponto alto também foram os personagens que são muito bem escritos e já com um grau de desenvolvimento que me fez acreditar que eles existam em algum lugar, tenho que falar que já estou fan do trio principal mas todos o elenco parece que será importante durante a série.

Star Trek: Lower Decks | Season 1 Official Trailer | Paramount+

Outra bola dentro de Lower Decks é os valores de produção do episódio, tudo muito bem feito parece que dessa vez não economizaram o que sempre é um bom sinal. Grande destaque nessa parte, para mim, foi a USS Cerritos da novíssima classe Califórnia, que já é um das minhas naves favoritas. E também adorei como eles reproduziram o visual das raças alienígenas já conhecidas.

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Em suma, o invólucro de Locke & Key é de qualidade, mas o seu conteúdo decepciona o público que embarca com grandes expectativas.

Agora vamos para o outro lado, para não ficarem dizendo que só estou elogiando o episódio. Duas coisas me incomodaram demais nesse episódio. A primeira foi o ritmo acelerado que se passa tudo, preciso mesmo me acostumar com as animações de hoje em dia. E outra coisa que incomodou, e essa acho que pode ser a grande bola fora das aventuras de Lower Decks, foi a verborragia da personagem Mariner (ótima personagem) que cansa bastante. Toda hora ela tenta se sobrepor a outro personagem, em especial ao Alferes Boimler e algumas vezes força a piada na cena. Isso foi ruim.

Espero que não seja assim a temporada inteira porque duvido que o publico vai aguentar tanto, eu sei que eu não vou mas enfim dedos cruzados para dar tudo certo. Então deixa agora eu falar para vocês sobre o episódio. Já alerto que darei alguns spoiler então se você não conseguiu ver é melhor tomar cuidado para não estragar sua experiência.

divulgação / CBS All Access

Bem, o episódio que eu achei bem legal começou com a chegada da Alferes Tendi, a primeira personagem de Órion que não é escrava, que eu me lembre, o que já é um ponto positivo, na USS Cerritos e é fascinante ver a admiração e encantamento dela ao entrar numa nave estelar e numa alegoria com a nossa realidade naquela hora a personagem é a gente com o nosso encantamento.

The Witcher desperdiça chance de criar algo épico, e será mais lembrada pela música chiclete do que pela história.

Passando a frente descobrimos um pouco mais sobre o famoso ou não, Segundo Contato, entre novas espécies e a Federação onde os oficias da Frota ficam mais interados no dia a dia da sociedade. E após várias reuniões o primeiro oficial Ramsom, uma cópia do Cmte. Riker da TNG, se saber traz a bordo um vírus alienígena que transforma as pessoas em zumbis. Muito louco e divertido as sequências do apocalipse na nave.

Nesse meio tempo, após a Capitã ordenar o Alferes Boimler reportar qualquer transgressão das normas por conta da Alferes Mariner, ele fica obcecado em encontrar algo e cair nas graças da oficial superior. E assim quando ele a encontra em atitude suspeita ele a confronta só para descobrir que ela estava ajudando alguns fazendeiros já que ela havia visitado o planeta no Primeiro Contato, e na confusão uma espécie de aranha gigante escapa e na fuga após um emaranhado de confusões se descobre que a aranha queria usar Boimler como chupeta para dormir.

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Essa ai também foi uma das cenas muito loucas do episódio mas como uma ficção de bom nivel quando você acha que a trama principal é uma porém na realidade é a outra trazendo sempre surpresa para quem assiste. E no final a baba da aranha gigante é a cura da doença zumbi na nave, o que levou também a mais uma cena louca quando os sobreviventes tentam levar Boimler para a enfermaria, porque tudo no universo é conectado né!

Enfim como esse texto já está longo digo a vocês que fiquei muito feliz com a série e a entrada ou volta de Jornada ao meio animado, estou com altas expectativas para a temporada e com certeza as 23 semanas de Jornada com o pé direito. Vejo vocês na sexta! Vida longa e próspera!