divulgação / Paramount Pictures

O milagre de Clifford, o Gigante Cão Vermelho

Amor, respeito e aceitação são os valores que filme quer passar a todas as idades.
5/5

Avaliação: 3.5 de 5.

Estreando essa semana, uma das surpresas positivas das bilheterias norte-americana. A fábula bem divertida “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” baseado na série de contos infantis de Norman Bridwell. E Clifford vem para responder a questão, como se medir o quanto amor você tem para dar?

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A história é leve e interessante e vai assim, Emily que vem sofrendo bullying na escola por ser aluna nova, precisa ficar em casa com seu tio quando sua mãe precisa trabalhar em outra cidade e durante uma visita a uma feira na cidade, ela encontra um excêntrico senhor que resgata animais perdidos e por uma série de eventos acabar adotando um filhote diferente. E assim por mágica o filhote acaba se transformando em um cão gigante. Enquanto Emily e seu tio tentam descobrir como ajudar Clifford, eles precisam fugir de um empresário que vê no cão a sua mina de ouro.

O grande mérito do roteiro é tratar os mais jovens como pessoas inteligentes. dando a oportunidade deles entenderam todos os dilemas e emoções presentes na trama do mesmo jeito que os adultos entendem.

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Outro destaque também vai para o Tio Casey (Jack Whitehall) e suas interações com Emily (Darby Camp – disparada a melhor coisa do filme). Eles fazem um trabalho tão honesto que faz a gente acreditar que são parentes mesmo sabendo que não.

Comemorar, Clifford tem a sequência confirmada.

Na verdade, o elenco inteiro funciona muito bem mesmo os vilões bem careteiros e datados com um tema até que atual mas bem simplório servindo mesmo para amarrar a trama. Mas como eles não são o importante, não vamos reclamar. Para não deixar passar muito boa as participações de John Cleese como o mágico Mr. Bridwell e Izaac Wang como o único amigo de Emily.

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O importante no filme, e o que mais vale assistir são as mensagens contidas nele, de aceitar quem você é, sempre distribuir amor por onde passar, e confiar nas amizades que você tem. Esses valores fazem o filme ser essencial nos dias de hoje onde muita gente anda perdida.

E claro que os efeitos visuais ajudam, especialmente para deixar Clifford ainda mais fofo e nos deixar com vontade de levá-lo para casa. Realmente mereceu toda a aceitação do público norte-americano e tomara que seja assim por aqui também.