O Conto da Aia e uma versão assustadora do futuro!

Veja aqui a resenha do livro mais decepcionante de 2020!!

PUBLICIDADE

Mais sobre o universo dos livros no 

compre sua edição de “O Conto da Aia”

SINOPSE

O romance distópico “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América.

As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de Aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero.

+Os Setes Maridos de Evelyn Hugo, é impossível ler esse livro e não sair uma pessoa diferente depois de concluída a leitura.

Cena da série “O Conto da Aia” – divulgação Hulu

CRÍTICA

A hype toda do bookstagram me deixou muito curiosa para comprá-lo e ler a tão falada e famosa obra que virou série. Porém, eu me decepcionei muito ao me deparar com uma escrita confusa, na qual eu nunca entendia se a autora narrava o passado, o presente ou o futuro. Se você pretende ler esse livro, sugiro que leia as notas histórias primeiro (que se encontram no final do livro), pois só no FINAL é que você entende a confusão do livro toda. Outra dica é ler bem a sinopse, eu fui na cara e na coragem sem saber muito sobre o que se tratava e fiquei perdida a história inteira, já que as coisas só são explicadas no final.

Outra coisa que me incomodou demais eram as cenas muito descritivas de situações em que nada acontecia, sério era muito tediante me deparar com páginas e mais páginas onde a protagonista não fazia absolutamente nada de relevante para o desenrolar da obra. Eu espero que a série por ser visual seja melhor e mais bem explicada, para mim o livro deixou muito a desejar, a única coisa que me deixou menos mal foi ver que as pessoas que leram comigo no clube de leitura também tiveram essa mesma percepção e não me senti tão incompreendida.

Elisabeth Moss (June Osborne/Offred) em “O Conto da Aia” – divulgação Hulu

Se alguém que está lendo essa resenha já leu “O conto da Aia” e gostou, por favor, me diga o porquê aqui nos comentários, porque a única coisa que eu achei boa foi a ideia da história em si, mas faltou uma boa execução para que fizesse mais sentido na minha cabeça.

Mais sobre o universo dos livros no