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Mate ou Morra e tenha mais uma chance

Ação com toques de ficção reúne Frank Grillo, Mel Gibson e Naomi Watts
5/5
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Avaliação: 3 de 5.

Estreando essa semana, ‘Mate ou Morra’ (Boss Level) o novo filme de ação de Joe Carnahan (Esquadrão Classe A) com Frank Grillo (Capitão América – Soldado Invernal), Mel Gibson (Coração Valente) e Naomi Watts (King Kong).

assista ‘Mate ou Morra’ nos cinemas (respeite as regras sanitárias das salas)

Na trama, Roy Pulver (Frank Grillo) é um ex-agente das forças especiais que se vê forçado a reviver o dia de sua morte inúmeras vezes. Ele acorda sendo perseguido por assassinos e, de uma forma ou de outra, acaba sempre morrendo no final. Enquanto luta para chegar ao fim do dia com vida, Roy descobre uma mensagem de sua ex-esposa (Naomi Watts) revelando o envolvimento do cientista Ventor (Mel Gibson) nesse ciclo mortal e percebe que a sua família também corre perigo.

Mate ou Morra é um bom filme de ação, principalmente por não se levar a sério e não perder muito tempo com a tecnobaboseira para explicar como Roy (Grillo) revive seus dias. É bem direto no ponto fazendo você apenas se divertir assistindo as loucuras que ele faz durante os 101 minutos de filme.

Outro filme de Frank Grillo tem crítica por aqui, ‘À Queima Roupa’

Uma boa surpresa foi a versatilidade de Frank Grillo no filme, ele passeia por várias situações e se sai bem como alívio cômico, herói de ação, pai desesperado e salvador da humanidade. Junto com ele quem funciona muito bem é Selina Lo que faz a assassina/mestre espadachim Guan Yin que produz junto com Grillo cenas impagáveis.

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Alguns talentos são bem desperdiçados e parecem ser jogados na tela apenas para serem chamarizes de público, nesse quesito estão Naomi Watts como a esposa de Roy e a cientista maluca daqui. Ela parece estar apenas a vontade nas sequências dramáticas entre ela e Grillo e perdida na hora que a ficção entra em cena.

Outro que parece meio jogado na tela é Ken Jeong que faz o divertido bartender onde Roy afoga suas mágoas dia após dia. Ele fracassa tanto no filme que nem como alívio cômico forçado dá certo.

Como muito bom filme de ação, as sequências de luta estão bem interessantes e os efeitos visuais funcionam positivamente. Inclusive os avisos gráficos na tela imitando um jogo de vídeo game são divertidas e ajudam a te posicionar na trama.

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Minha maior decepção foi com Mel Gibson, que como ‘grande vilão’ é deplorável. Os trejeitos, a imposição vocal, o olhar assustador, nada funciona. Falha total e serve apenas para ser um saco de pancadas do herói.

A maior falha, ou talvez melhor acerto, dependendo de como você enxergar, é o final onde fica um gancho do tamanho do Brasil e sem cenas extras ficamos livres para imaginar o que acontece e/ou ficamos torcendo para uma continuação.