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Loki, a loucura fez sentido | 1a temporada

Série do Deus da Trapaça abre caminho do multiverso na fase 4 da Marvel e mostra que a loucura é sempre bem vinda.
5/5
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Avaliação: 4 de 5.

Uma das mais aguardadas séries do Disney+ desde que foi anunciada, essa semana que passou marcou o final da primeira temporada de Loki, o irmão trapaçeiro de Thor e brilhantemente interpretado por Tom Hiddleston mostrou para nós como será a fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel.

assista Loki no Disney+ (assinatura necessária)

Composta de 6 episódios entre 40 e 50 minutos de duração, a série acompanha o que aconteceu com Loki depois que ele foge dos Vingadores no evento recontado em Ultimato. Logo após sua fuga, ele é preso pela Autoridade de Variação Temporal (AVT) uma entidade que visa manter a linha do tempo “sagrada”, aquela que conhecemos, intacta.

divulgação / Marvel Studios

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Analisando o que foi prometido e o que foi mostrado na série, eu fiquei bem satisfeito mas ainda esperava um pouco mais porque Loki seria o primeiro passo mais forte na fase 4 do UCM. Algumas ideias foram preguiçosas e acabou retratando em alguns episódios, poucos mas apareceu. Não consegui comprar a ideia do Loki e Sophie porque desde que ela apareceu como “vilã” pela AVT o alerta de clichê disparou. Não sei vocês mas ficou claro que o Deus da Trapaça só poderia se apaixonar por ele mas preciso falar que foi fantástica a perfomance de Sophia di Martino, que me surpreendeu mais porque não a conhecia.

Outra surpresa incrível foi o arco de Mobius interpretado pelo sempre correto Owen Wilson que ousou dizer que essa foi uma das melhores vezes que o vi atuando na tela. Ele se entrega a história do personagem nas duas fases de um jeito comovente. A carga dramática das cenas dele com Hiddleston e dele com Gugu Mbatha-Raw (Ravonna). Ponto para ele que na hora das cenas divertidas, ele conseguiu ser engraçado sem ser cantastrão.

divulgação / Marvel Studios.

Em contra ponto, esperava mais da juíza Ravonna (Mbatha-Raw) e também de Wunmi Mosaku (Caçadora B-15). elas prometiam coisas incríveis no primeiro episódio. Ficando apenas como grande ponto para B-15 quando ela foi enfeitiçada por Sylvie e descobriu a verdade sobre sua existência. E a juíza foi de heroína a vilã de filme B muito rápido e sem o menos critério. A preguiça atacou no desenvolvimento delas.

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A série foi bem no desenvolvimento do arco principal, crescendo episódio a episódio mas por algum motivo achei o penúltimo episódio melhor que o final. Talvez as participações que rechearam o Vazio. O que foi aquela atuação de Richard E. Grant como o Loki clássico, incrível. Precisamos dele voltando pro UCM urgente. Tá bem, o Loki jacaré também é legal mas não é o meu preferido.

divulgação / Marvel Studios

Falando no final, alguma coisa não correu bem especialmente com a atuação bem caricata de “Aquele que Sobrou” ou Kang para todos nós de Jonathan Majors, ansioso pelas próximas aparições dele. Para um final que prometia ser épico ficou meio estranho e aquela aparição daquele negócio chato de Senhorita Minuto também não ajudou. Valeu a pena o ato final, final onde o tempo foi resetado abrindo as portas de vez para o Multiverso, o que acredito vá fazer muito bem para a Marvel porque vai poder juntar todo mundo sem mimimi dos outros.

E ainda bem que Loki já tem a segunda temporada garantida porque aquela loucura toda que incrivelmente funcionou merece continuar.