E NASCE O DONO DA SELVA, O REI LEÃO!

Longa é a última aposta de live-actions da Disney no ano!
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Finalmente! É chegada a hora do tão aguardado review do live-action de “O Rei Leão”, filme que ultimamente têm sido alvo de várias críticas. Porém, pessoal, aqui no Cinefans como diz a voz maior é “só alegria”. Confiram o trailer abaixo e embarquem comigo nessa crítica do longa mais esperado do ano (pelo menos por mim):

“O Rei Leão” – Disney

Dessa vez vou direto ao ponto pois tenho muito o que falar. Nada de sinopse! Começo, dessa vez, pelos pontos positivos do filme. A história continua sendo perfeita. Um dos alvos das críticas, a computação gráfica, ao meu ver, ficou sensacional. Feito inteiramente em CGI, ainda tive a oportunidade de, antes de ir ao cinema assistir o filme, assistir um pouco do making-of dele. Tudo foi muito bem construído e a direção de Jon Fraveau é sensacional. O roteiro foi muito fiel ao filme. Ao contrário dos live-actions anteriores, “O Rei Leão” tem apenas 30 minutos a mais que o original. 

+ MAIS AQUI: Os momentos mais marcantes do desenho original na opinião de João Veras.

Falando em comédia, Timão e Pumbaa (Billy Eichner e Seth Rogen) fizeram um belo trabalho. Não decepcionaram nem um pouco e fizeram o filme render várias risadas altas da sala de cinema inteira (e quase lotada). Destaque para todas as dublagens, mas em especial a de Chiwetel Ejifor que deu vida ao grande vilão da Disney Scar. Todos fizeram um belo trabalho, menos… Infelizmente, James Earl Jones deixou a dublagem do rei Mufasa um pouco mecânica demais. Não em todo momento, mas em grande parte de sua participação no filme. O troféu de melhor dublagem vai ficar com as crianças JD McCrary e Shadadi Wright Joseph (Simba e Nala, respectivamente) que fizeram um ótimo trabalho inclusive no número “I Just Can’t Wait To Be King”. 

Os números musicais ficaram muito bem feitos, atendendo às minhas expectativas. A abertura épica do filme é extremamente empolgante. Me emociona saber que, mesmo não tendo vivido isso em 1994, a Disney deu a possibilidade de viver isso em 2019. 

“O Rei Leão” = Disney

Agora, minhas duas maiores críticas: o único pequeno problema da CGI e algumas cenas deletadas. Qual foi o primeiro, vocês perguntam? Simples! Diversas vezes a voz não condizia com a expressão. Algo relativamente compreensível tendo em vista que é um live-action, logo, simula uma vida real (que já deixa de ser real a partir do momento que os animais são colocados para falar), mas isso me incomodou um pouco. Foi algo que me prejudicou um pouco na imersão da experiência na morte de Mufasa, mas não deixa de ser um momento extremamente crítico e sensível que me fez ficar apreensivo, pois você vive uma montanha russa de emoções durante toda a sequência. É um momento que realmente faz você sentir a consciência pesar. Com relação às cenas deletadas, falarei mais adiante na parte com spoilers da crítica, mas já adianto que uma cena importantíssima ficou de fora e não estou nada satisfeito com isso.

+ LEIA TAMBÉM: confira aqui nossa página especial de “O Rei Leão”

É um filme lindo, leitores. Recomendo que todos assistam e ainda fico ansioso para assistir à versão dublada. Para quem já viu, me acompanhem para mais um pouco de opiniões e análises. Para você que ainda não foi ao cinema, corra! E depois venha ler o final desse texto. Obrigado pela companhia até aqui!

“O Rei Leão” – Disney

A PARTIR DE AGORA SÓ HAVERÃO SPOILERS, É UMA ZONA ARRISCADA ENTÃO EU NÃO RIRIA NA CARA DO PERIGO!

Se você veio até aqui, é sinal de que já conferiu o filme e tem sua opinião já formada. Bom… Vamos começar pelo começo. Fiquei triste em saber que cheguei muito empolgado e ao longo do filme fui gradativamente murchando. De fato, a cena de “Spirit”, música feita exclusivamente para essa versão do filme pela cantora e também integrante do elenco Beyoncé Knowles (Nala) é de arrepiar. É o ponto em que vemos Simba realmente determinado a reconquistar o que é dele.

Na minha opinião, o filme perdeu muito tempo na cena em que Mufasa se comunica com Simba pelas nuvens. Perda de tempo que acarretou na extinção da cena em que Rafiki conversa com Simba sobre não se prender ao passado, cena que inclusive é um dos destaques no meu top 5 (se você não leu, clique aqui). Achei muito interessante que Timão e Pumba não foram de fato largados vivendo sozinhos, tendo a companhia de cervos assustados com um leão entre eles, e outros animais pequenos que agregaram muito a filme. 

“O Rei Leão” – Disney

E por falar em Timão e Pumba, a dupla dinâmica de amigos teve um privilégio absurdo. Não me incomodou em nada a falta de vocais em Seth Rogen porque é algo que encaixa no personagem, desajeitado. O crossover inteligentíssimo que fizeram na cena em que os dois distraem as hienas (quase) ao som de “Be Our Guest” do filme “A Bela e a Fera” é muito bem pensado. Ponto para a Disney por essa sacada!

+ AQUI TAMBÉM: descubra porque o Rei Leão é um filme especial para João Veras.

Outro incômodo que tive foi com relação à cena de Scar e Sarabi (Alfre Woodard). Eu sinceramente não tinha interesse em saber que a leoa era a prometida do vilão mas casou-se com Mufasa assim deixando o malvado furioso. Porque no lugar dessa cena não deram espaço para Rafiki e Simba numa cena tão importante? Difícil de entender.

Um ponto que me impressionou e muito foi o início e o final do filme que ficaram literalmente idênticos! Aliás várias cenas ficaram, isso me deixou muito feliz. Mesmo com os defeitos, no lugar da equipe técnica não mudaria uma vírgula do que foi feito, o que prova que o filme foi muito bem realizado. Deixo meus parabéns a todos os envolvidos, e agora me despeço de vez de todos! Até o próximo review!

P.S. Não consigo criticar a dublagem de Beyoncé, não dá para fundamentar nada com base em 6 falas num filme inteiro.

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