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Parasita © Pandora Filmes

Crítica: Parasita

Drama coreano mostra como o desespero pode acionar todas as facetas do ser humano.
5/5
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Estreando também essa semana, Parasita o grande vencedor do Palma de Ouro em Cannes desse ano, o drama coreano me surpreendeu positivamente mas me deixou confuso porque estava esperando uma história totalmente diferente do que vi na telona.

+AQUI: Novo Exterminador do Futuro nos leva de volta até os anos 90 com muita ação e sem enrolação e dá fôlego a franquia.

O longa de Joon-ho Bong (Okja) conta a história de uma família que tenta sobreviver em tempos difíceis, fazendo o impossível e nessa parte o filme se sobressai porque o impossível deles é sensacional bem acima da média dos filmes hollywoodianos de hoje. E para a felicidade minha e quem estava no cinema, o elenco correspondeu ao máximo o que fora pedido.

Kang-ho Song (Kim Ki-taek), Yeo-jeong Jo (Park Yeon-kyo), So-dam Park (Kim Ki-jung) e Woo-sik Choi (Kim Ki-woo) – Parasita © Pandora Filmes / Alpha Filmes

O elenco, basicamente todo desconhecido para mim, tem uma ótima sintonia. Com todos tendo o mesmo destaque mas achei sensacional as atuações de Kang-ho Song com o pai e Yeo-jeong Jo como a mãe da família. Eles passam toda a angústia necessária e também a loucura quando é pedida. Confesso a vocês que ao entrar no cinema para assistir o filme, pelo nome e a sinopse eu imaginava ver um filme de terror com criaturas horrendas e tudo mais que faz um filme de terror.

+TAMBÉM: Coringa, o filme mais esperado do ano mostra uma história madura e que está bem mais perto da realidade do que queremos e possamos admitir.

So-dam Park (Kim Ki-jung) e Woo-sik Choi (Kim Ki-woo) – Parasita © Pandora Filmes / Alpha Filmes

Você falar separado do elenco jovem da família porque eles começam toda a ação da trama e como eles funcionam, especialmente em todas as alegorias que eles criam que fazem a gente acreditar e torcer por eles. Então palmas para Woo-sik Choi como o filho e So-dam Park como a filha.

Parasita tem uma das melhores sequências , de quebra, um dos melhores finais que já vi. Um misto de nervoso, angústia, revolta e um pouco de emoções que valeram as duas horas de produção. Realmente ele não cansa, você passa por ele sem sentir de tão redondo o roteiro é. Então todo mundo correndo pro cinema e não se preocupe com muitas parafernálias porque uma coisa que oriental sabe é contar uma história com elegância e sem maquiagem e subterfúgios. Depois me contem se não é um dos melhores filmes do ano e dos últimos anos.