Crítica: Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

Novo filme nos leva de volta até os anos 90 com muita ação e sem enrolação e dá fôlego a franquia.
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Depois de mais de vinte anos afastado da franquia que o levou o estrelato, James Cameron resolveu voltar ao universo de Exterminador do Futuro na nova sequência chamada Destino Sombrio, e ele não veio sozinho, trazendo de volta a franquia Linda Hamilton e sua poderosa Sarah Connor.

Sarah Connor (Linda Hamilton) – Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

Nessa nova aventura que parece ter saído direto dos anos 90, e que realmente é uma continuação direta do segundo final (O Julgamento Final) inclusive narrativamente e com vários sequências homenageando o filme anterior. Na história Daniela ou Dani para os amigos (Natalia Reyes) vive tranquila no México com sua família e começa a ser perseguida por um Exterminador, que capricharam nos efeitos para ele viu, e junto com ele chega Grace que está para protegê-la e claro no meio disso tudo tem a gloriosa Sarah Connor e ele, que está de volta – desculpem mas o trocadilho foi irresistível – Arnold Schwarzenegger e seu clássico modelo T-800 prontos para mais uma vez passar a perna na Skynet da vez e salvar o futuro da humanidade.

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Vamos começar falando dos destaques do filme, sem dúvidas foi muito benéfico pro filme e para a franquia a volta de Cameron que conhece esse universo como poucos. Ele fez a história bem simples e como sempre concentra a atenção da audiência nas relações entre os personagens e nesse ainda tem personagens com uma bagagem anterior. Outro ponto muito bom no filme são as atuações especialmente para o trio principal Reyes, Davies e Hamilton que além de uma boa dinâmica juntas fazendo você acreditar nelas e torcer para o sucesso, e elas mostram que são as heroínas badass do momento.

Natalie Reyes (Dani), Mackenzie Davies (Grace) e Linda Hamilton (Sarah) – Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

E não poderia deixar de comentar que como sempre Schwarzenegger entrega o melhor no seu papel mais marcante inclusive tentando ser engraçadinho. Imperdível.

Os efeitos visuais também são um caso à parte porque são espetaculares e muito bem encaixados e não servem como muleta para um roteiro fraco. E junto a isso tem que se tirar o chapéu também para Tim Miller, o diretor (Deadpool) que imprimiu a velocidade perfeita nas cenas, inclusive nas sequências de ação. E claro, um destaque para o ato final que é de tirar o folêgo.

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Gabriel Luna (Rev-9) e Arnold Schwarzenegger (T-800) – Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

Um detalhe que destoou para mim foi a participação de Gabriel Luna com o Exterminador do mal dessa vez, tudo bem que o papel não ajuda mas ele parecia estar incomodado ou com um pouco de má vontade. Outra coisa que me incomodou foi, o que achei, a reciclagem de sequências já feitas nos filmes anteriores. Elas funcionam, sim funcionam mas parece que faltou criatividade mas nada que comprometa.

Então o filme é bem legal com aquele feeling que estamos ainda nos anos 90 mas muito bem atualizado. Portanto todos correndo para o cinema para ver mais uma aventura do vilão que adora salvar o dia, claro que junto com a sua “família” disfuncional.

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