PUBLICIDADE
Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

Crítica: Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

Novo filme nos leva de volta até os anos 90 com muita ação e sem enrolação e dá fôlego a franquia.
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on email
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on email

compre o seu ingresso aqui

Depois de mais de vinte anos afastado da franquia que o levou o estrelato, James Cameron resolveu voltar ao universo de Exterminador do Futuro na nova sequência chamada Destino Sombrio, e ele não veio sozinho, trazendo de volta a franquia Linda Hamilton e sua poderosa Sarah Connor.

Sarah Connor (Linda Hamilton) – Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

Nessa nova aventura que parece ter saído direto dos anos 90, e que realmente é uma continuação direta do segundo final (O Julgamento Final) inclusive narrativamente e com vários sequências homenageando o filme anterior. Na história Daniela ou Dani para os amigos (Natalia Reyes) vive tranquila no México com sua família e começa a ser perseguida por um Exterminador, que capricharam nos efeitos para ele viu, e junto com ele chega Grace que está para protegê-la e claro no meio disso tudo tem a gloriosa Sarah Connor e ele, que está de volta – desculpem mas o trocadilho foi irresistível – Arnold Schwarzenegger e seu clássico modelo T-800 prontos para mais uma vez passar a perna na Skynet da vez e salvar o futuro da humanidade.

+AQUI: Coringa, o filme mais esperado do ano mostra uma história madura e que está bem mais perto da realidade do que queremos e possamos admitir.

Vamos começar falando dos destaques do filme, sem dúvidas foi muito benéfico pro filme e para a franquia a volta de Cameron que conhece esse universo como poucos. Ele fez a história bem simples e como sempre concentra a atenção da audiência nas relações entre os personagens e nesse ainda tem personagens com uma bagagem anterior. Outro ponto muito bom no filme são as atuações especialmente para o trio principal Reyes, Davies e Hamilton que além de uma boa dinâmica juntas fazendo você acreditar nelas e torcer para o sucesso, e elas mostram que são as heroínas badass do momento.

Natalie Reyes (Dani), Mackenzie Davies (Grace) e Linda Hamilton (Sarah) – Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

E não poderia deixar de comentar que como sempre Schwarzenegger entrega o melhor no seu papel mais marcante inclusive tentando ser engraçadinho. Imperdível.

Os efeitos visuais também são um caso à parte porque são espetaculares e muito bem encaixados e não servem como muleta para um roteiro fraco. E junto a isso tem que se tirar o chapéu também para Tim Miller, o diretor (Deadpool) que imprimiu a velocidade perfeita nas cenas, inclusive nas sequências de ação. E claro, um destaque para o ato final que é de tirar o folêgo.

+VEJA TAMBÉM: Na luta pela sobrevivência o que prevalece na trama de A Luz no Fim do Mundo é o amor entre um pai e uma filha.

Gabriel Luna (Rev-9) e Arnold Schwarzenegger (T-800) – Exterminador do Futuro: Destino Sombrio © Fox Filmes do Brasil

Um detalhe que destoou para mim foi a participação de Gabriel Luna com o Exterminador do mal dessa vez, tudo bem que o papel não ajuda mas ele parecia estar incomodado ou com um pouco de má vontade. Outra coisa que me incomodou foi, o que achei, a reciclagem de sequências já feitas nos filmes anteriores. Elas funcionam, sim funcionam mas parece que faltou criatividade mas nada que comprometa.

Então o filme é bem legal com aquele feeling que estamos ainda nos anos 90 mas muito bem atualizado. Portanto todos correndo para o cinema para ver mais uma aventura do vilão que adora salvar o dia, claro que junto com a sua “família” disfuncional.