Crítica: Carcereiros: O Filme

Trama inédita mostra o cotidiano do presídio e vira um caça de gato e rato onde o prêmio é sobreviver.
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Mais uma série de sucesso da TV Globo que vai para as telonas, a adaptação de Carcereiros baseado no livro de Dráuzio Varela para o cinema se apóia no tema e nas sequências de ação para criar uma história inédita que parecem ter saído de um filme hollywoodiano.

+AQUI: Parasita, drama coreano mostra como o desespero pode acionar todas as facetas do ser humano.

Com atuações bem seguras de Rodrigo Lombardi, Rainer Cadete, José Trassi, Rômulo Braga e Kaysar Dadour e com um grande problema nos diálogos que em algumas cenas chegou a me incomodar principalmente quando o foco começou a ser as cenas de ação e essa parte o filme se sobressai porque parecia estar vendo um filme de ação estadunidense então ponto positivo ai.

Carcereiros – O Filme – © Imagem Filmes / Globo Filmes

Uma coisa que achei diferente no filme foi que ele começa mostrando todas as mazelas já conhecidas do sistema carcerário brasileiro e nesse ponto todo o foco do filme está no drama do personagem Adriano (Lombardi) que tenta manter sua integridade naquele barril de pólvora tentando controlar as rivalidades entre as facções que estão em guerra dentro do presídio.

+TAMBÉM: Terceira parte da saga de Mike Banning que dessa vez precisa provar sua inocência e salvar o Presidente em Invasão ao Serviço Secreto.

Até ai tudo caminhava numa direção, não vou entrar no mérito de dizer se boa ou ruim isso eu deixo para vocês, até que a chegada do terrorista Abdel Mussa (Dadour) mexer com a rotina dos presos e dos funcionários dentro da instituição. Então toda o andamento do filme muda o ritmo da história e vira um belo filme de ação com algumas reviravoltas interessantes que agradou muito.

Carcereiros – O Filme – © Imagem Filmes / Globo Filmes

O mais interessante disso tudo foi a jornada do personagem Adriano, com toda a sua angústia de ver cada dia a piora nas condições no presídio, o seu relacionamento e o medo de sua filha com a sua profissão e suas relações com seus colegas. E com todo esse tratamento era de se esperar que o personagem fosse o herói da semana, certo? Erramos, durante quase as duas horas do filme ele se comporta como uma pessoa normal não tentando salvar o dia apenas quer se salvar e manter a sua palavra.

Alguns bons atores como Jackson Antunes e Dan Stulbach, infelizmente, não conseguiram ter uma boa performance talvez por culpa da falta de capricho nos diálogos dos personagens mas foi apenas um pequeno incomodo que pode não passar despercebido por vocês. E finalizando deixo aqui minhas palmas para o Rafael Portugal já que não conhecia o trabalho dele fora da comédia, gostaria dele com mais tempo no filme. Então é isso, todos para o cinema ver o filme porque vale muito a pena. Até a próxima.

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