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divulgação Netflix

[Cinefans em série] Super Drags

5/5
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    Sinceramente, não sei o que o público tem visto de tão negativo em “Super Drags”. Esse cartoon, original Netflix e NACIONAL veio como um pisão nessa onda conservadora que passamos no momento. Traz um humor sensacional, satiriza estereótipos e ao meu ver celebra de forma muito bem feita a comunidade LGBTQI+.

    Com apenas 5 episódios de em média 25 minutos cada, “Super Drags” dá um banho em muita série animada produzida pela Netflix. A produção conseguiu englobar dramas de aceitação, tanto própria como da família, dá uma aula de autoestima e traz temas atuais relacionados a preconceitos, superficialidades e a tão famosa cura gay (não pretendo entrar em assuntos políticos, mas precisava dessa menção). Inclusive vamos combinar que a drag Pabllo Vittar surpreendeu muito em seu trabalho dublando uma das personagens.

    Como tentativa de fazer um contraponto, o que tem margem para hate, na minha concepção é que a série tem alguns furos relacionados a estereótipos e também que existem partes um pouco vulgares. Com relação ao chocante do vulgar, a classificação indicativa da série é 16 anos (e isso fica bem claro) e também, convenhamos, se você já viu “Big Mouth” sabe bem que “Super Drags” não chega nem perto em termos de, com muitas aspas, “pornografia gratuita” é obviamente não é uma série para toda a família. Já quanto aos estereótipos, caros leitores, a série generaliza, mas é tudo uma questão de temática.

    Espero que o recado tenha sido dado. Bato palmas pela iniciativa da Netflix de tentar se aproximar um pouco mais do público LGBTQI+. Inclusive não só apoio como estou ansioso para uma segunda temporada. Dei boas risadas e recomendo que assistam. Concordou? Discordou? Comenta aqui o porque então e até a próxima, queridxs!