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Bem vindos ao século 32! | ST Discovery 301

Série se joga para futuro desconhecido e abre boas possibilidades para a temporada em episódio centrado em Michael e Booker.
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Avaliação: 3 de 5.

Fala pessoal, mais uma temporada de Star Trek Discovery começando e lá vamos nós para mais uma série de opiniões sobre os episódios. E o da estréia foi “Minha Esperança é Você” essa é a primeira parte da abertura dessa nova fase das aventuras da tripulação da USS Discovery agora no século 32. E estou especialmente intrigado com as possibilidades do que acontecerá nesse século nunca mostrado antes na franquia Jornada nas Estrelas mas vamos para o que interessa, o que aconteceu de bom e não tão legal no episódio.

veja aqui a estréia da temporada de Star Trek Discovery no NETFLIX

Logo no início do episódio somos apresentados ao novo personagem regular da temporada, Cleveland “Book” Booker (David Ajala) que parece ser a versão de Jornada para o Han Solo mas ainda bem que foi impressão errada. O personagem pelo pouco que mostrou parece ter um passado interessante e sua química com Michael (Martin-Green) funciona muito bem e Ajala está muito a vontade no papel nem parece que está debutando no universo Trek.

divulgação / NETFLIX

Os valores de produção continuam em excelente nível fazendo a gente, pelo menos eu, acreditar que aquilo é bem possível num futuro distante. Adorei o design e o interior da nave de Booker ea cidade e o centro mercantil de Hima serem muito bonitos na tela parecem demais terem saídos de um filme de Star Wars, mas não me incomodou tanto. Na verdade todo o planeta é uma mistura de Coruscant com algum cenário de Game of Thrones. Nada se cria, tudo se copia, não é verdade?!

+Com espírito da Nova Geração e personagens incríveis, Lower Decks começa com dobra máxima.

Um super ponto alto no episódio foi como eles trataram a queda da Federação criando uma situação como o dilítio e a impossibilidade de viagem em dobra e tudo ainda pode ser relacionado à outras séries de Jornada, ansioso para saber o que é a Combustão e como a Discovery vai se colocar nessa trama já que ela deve ser a única ou uma das poucas nave com capacidade de dobra, esse é um dos mistérios que precisam ser respondidos.

reprodução / NETFLIX

Uma outra sequência, com muitos clichês mas que me deixou feliz foi a reunião de Michael, Booker e quase oficial da Frota, e emociona quem é fan quando eles abrem a bandeira da Federação e o ponto alto foi o diálogo: “Esperança é uma coisa poderosa….Ás vezes é tudo que se há.” Depois disso mais uma missão para Michael além de encontrar a Discovery, reorganizar a Federação. E não podemos esquecer do mistério da Combustão, agora espero que não criem muita coisa nas próximas semanas quando a tripulação da Discovery entrar em cena porque vai ficar complicado responder tudo em 13 episódios.

+Otimismo e família são os trunfos de Stargirl, uma das melhores séries da DC.

Agora por outro lado me incomodou um pouco nesse episódio a falta de profundidade dos diálogos em certas partes, na verdade isso sempre foi o fraco de Discovery. Também teve muita ação e parecia uma cópia dos filmes Mad Max (se fosse homenagem, sem problemas) e muita ação não combina com Jornada mas vou esperar os próximos episódios para ver se acertam nesse ponto. E o que me incomodou demais foi arrumarem uma solução tecnológico para cada problema que aparecia, pareceu um sinal de falta de criatividade dos roteiristas viu.

Finalizando digo que foi bem diferente ver um Lurian, alguns andorianos e mais uma turma de Órion trabalhando junto, parece que esse século 32 vai ser bem interessante. Então ficamos combinados que todo domingo eu vou estar aqui falando minhas impressões sobre o episódio da semana e vocês comentam aqui as impressões de vocês. Combinado? Maravilha. Até a próxima semana! Vida longa e próspera!!

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