PUBLICIDADE
Especial do Cinefans para o Alladin - o filme em live action que estréia em Maio

Aladdin: Vem dar uma volta no tapete mágico!

Filme trilha caminho promissor cheio de potencial aos live actions da Disney!!
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on email
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on email

compre aqui seu ingresso para assistir “Aladdin” nos cinemas

Fala pessoal do Cinefans! Hoje estamos aqui reunidos para falar do divisor de águas de nome “Aladdin”. Segunda aposta da Disney no revival de seus grandes clássicos pelos live-actions, esse longa me deixou muito mais dividido que o próprio elefantinho orelhudo. Será que a segunda tentativa de Mickey, meu melhor amigo, deu certo?

“Aladdin” – Walt Disney Pictures

“Aladdin” conta a história de um jovem ladrão que vive na cidade de Agrabah. Vivido nas telonas por Mena Massoud, um dia conhece a princesa Jasmine (Naomi Scott). Mesmo impedida de sair do palácio por seu pai, o Sultão, a princesa faz um passeio pelo mercado do reino, e esbarra em Aladdin, que a ajuda a fugir dos guardas após ser acusada de roubo.

Algumas outras coisas acontecem, mas então ocorre o encontro entre Jafar (Marwan Kenzari), conselheiro do Sultão e ambicioso, com sede de poder e nosso herói da história. O vilão convence Aladdin a entrar em uma caverna em que só “um diamante bruto” consegue entrar e sair ileso, apenas trazendo consigo uma lâmpada mágica que habita um Gênio (Will Smith).

OUÇA TAMBÉM: Papo Cinefans nessa semana falou sobre se Cannes e o Festival viraram a melhor vitrine para lançamento de filmes. Confira e deixe sua opinião

No tocante ao filme, no geral, é sensacional. Depois do fiasco com o reboot, e não remake, de “Dumbo”, com uma história média, “Aladdin” foi muito mais fiel ao original e conseguiu modernizar o filme o trazendo para os dias de hoje. Will Smith no papel do Gênio da Lâmpada surpreendeu muito. Conseguiu dar a sua interpretação do que é o personagem, originalmente com a voz do espetacular Robin Williams. O filme aposta em várias sequências de puro humor. Depois que Will é introduzido na trama, a história ganha outro rumo e fica muito mais dinâmica.

“Aladdin” – Walt Disney Pictures

Melhor que isso? Destaque especial aos figurinos, que ficaram absolutamente idênticos aos desenhados em 1992. Facilita na imersão e deixa tudo muito mais encantador. Os trechos panorâmicos do deserto são de tirar o fôlego. O cenário também é muito fiel, perfeito. A CGI caprichou com os animais e o tapete, que mesmo sem rosto é um dos personagens mais carismáticos do filme. Todos os bichos roubam a cena! A trilha sonora foi alterada também, nos arranjos, mas isso não alterou em nada na magia de cada momento da experiência. Valorizo muito isso, embora antes de assistir o filme tenha ficado receoso. Sobre a cena de “A Whole New World”, continua sendo a cena mais bonita do filme inteiro, é de emocionar!

MAIS AQUI: Tem muito mais sobre Aladdin no site, confira aqui uma parte do nosso especial.

Cinefans, nem tudo são flores. Como destaques negativos, temos infelizmente o que move o filme, que são direção e elenco. A escolha de Naomi Scott e Mena Massoud para interpretar o casal principal foi péssima. Mena funciona com Will Smith, mas não com Naomi. Ela  é completamente inexpressiva, e por fim o rapaz sobressai nos diálogos do casal. A única cena bem trabalhada dos dois foi a do dueto principal do filme, onde deu para sentir uma sintonia um pouco melhor do casal, mas nada muito surpreendente. Sozinho o protagonista também trabalha de forma satisfatória. Traduzindo: mais vale o combo Aladdin + Gênio do que Aladdin + Jasmine.

“Aladdin” – Walt Disney Pictures

Porém isso não é culpa deles, pelo menos não totalmente, é culpa de uma direção mal feita por Guy Ritchie. É o famoso combo que, não estando em sintonia, rola um filme inteiro escada abaixo. Ja’Far de Marwan Kenzari foi uma péssima escolha, pois não convence nem um pouco como um dos vilões mais temidos dos longas animados da Disney. Parabéns a Will Smith, que carregou esse filme praticamente sozinho.

Basicamente é isso, amigos. A Disney tem um longo caminho para o êxito. Não sabemos muito sobre o próximo da fila, “O Rei Leão”, mas querendo ou não é a aposta do ano para o cinema. A ansiedade continua para julho para uma das, senão a obra prima de nosso querido Mickey Mouse.